Essa semana do estágio foi atípica novamente.
A escola se encontrava em grande confusão por motivos de mudança. A educação infantil está para ser remanejada para uma unidade da UMEI.
Assim, nada funcionava direito, poucas crianças aparecerem, as professoras,em menor número, não sabiam nem o que fazer direito. Todos esperavam alguém da Secretaria de Educação ou um responsável da Regional de BH que sempre adiavam para o dia seguinte, aumentando ainda mais a tortura do grupo.
O clima não era bom, era de insegurança de todas as partes.
Em função disso, optaram por realizar muitas atividade de contação de histórias, o que muito me agradou.
Contudo, mesmo com o entusiasmo das poucas crianças ali presentes, a história não tinha tanta magia.
Fiquei pensando em como o afetivo do professor interfere no trabalho.
Lá, naquele dia, se tinha tudo, mas faltava algo. Algo que daria vivacidade ao professor.
O professor é um profissional, que como qualquer outro qualquer, precisa que tudo colabore em função de seu desenvolvimento.
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